https://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/issue/feedOphiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa2025-12-19T06:09:30+00:00Ophiussaophiussa@letras.ulisboa.ptOpen Journal Systems<p>A Ophiussa – Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa foi iniciada sob a direcção de Victor S. Gonçalves em 1996 (<a href="https://www.uniarq.net/uploads/4/7/1/5/4715235/ophiussa0.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uniarq.net/uploads/4/7/1/5/4715235/ophiussa0.pdf&source=gmail&ust=1626367128308000&usg=AFQjCNHGNo8aqMDyfPQNUHK0zx3oqUzfvw">https://www.uniarq.net/<wbr />uploads/4/7/1/5/4715235/<wbr />ophiussa0.pdf</a>).</p> <p>A partir de 2017, esta publicação da UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa inclui uma edição impressa e digital.</p> <p>O principal objectivo desta revista é a publicação e divulgação de trabalhos com manifesto interesse, qualidade e rigor científico sobre temas de Pré-História e Arqueologia, sobretudo do território europeu e da bacia do Mediterrâneo.</p> <p>A Ophiussa – Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa publica um volume anual e inclui uma direcção redactorial, comissão científica e avaliação por revisores externos (peer review).</p> <p>A revista encontra-se indexada no Directório do Latindex, desde 2018, com o número de Folio <a href="http://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=26814">26814</a>, Erihplus (desde 2022), Sherpa Romeo (desde 2022) e Scopus - Elsevier (desde 2023): <a href="https://www.scopus.com/sourceid/21101184723">https://www.scopus.com/sourceid/21101184723</a>. </p>https://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/193As origens do consumo do leite cru na Península Ibérica e no território português: Arqueogenética e Zooarqueologia2025-10-10T02:33:34+00:00Gonçalo Garcez Fernandesgoncalo.gz.fernandes@gmail.comMaria João Valentemvalente@ualg.ptHugo Rafael Oliveirahroliveira@ualg.ptMaria João Fernandes Martinsmjfmartins@ualg.pt<p>Na Europa, a tolerância à lactose após o desmame (persistência da lactase – LP) depende de uma única mutação no gene MCM6. O tempo e o modo de emergência do consumo de leite cru em território português não foram investigados, apesar da sua importância na dieta e na cultura culinária portuguesas.</p> <p>Para identificar a ocorrência mais antiga da mutação causativa da LP, utilizámos o Allen Ancient DNA Resource para investigar os dados de ADN antigo (aDNA) para este locus em indivíduos ibéricos, do Paleolítico à Idade Moderna. A partir de fontes bibliográficas, revimos dados zooarqueológicos sobre espécies produtoras de leite domesticadas.</p> <p>Na Península Ibérica, a ocorrência mais antiga de LP ocorre em um indivíduo do início da Idade do Bronze. Este também apresentava o haplogrupo R1b do cromossoma Y, tipicamente associado ao hipotético movimento de pessoas associadas à cultura Yamnaya durante este período. Em Portugal, o primeiro indivíduo com LP data do Período Romano. Os dados zooarqueológicos sugerem que o leite era consumido em pequenas quantidades em Portugal até ao Período Romano. A produção de leite aumentou mais significativamente durante a Idade Média, mas o impacto desse aumento na LP ainda está por determinar.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/189A estátua‑menir 3 da Serra da Nave (Moimenta da Beira, Viseu)2025-07-17T03:20:12+00:00André Tomás Santosa.t.santos@sapo.ptSílvia Mendessilvialoureiromendes@hotmail.comDiogo Oliveirageral@humus-patrimonio.ptDomingos Cruzdomingos.cruz54@gmail.com<p>A estátua‑menir 3 da Serra da Nave é um monumento, até agora inédito, que se junta a outros dois do mesmo tipo já conhecidos na região, implantando‑se os três num vale de montanha caraterizado pela forte presença de dólmenes e outros monumentos tumulares de períodos pós‑neolíticos. Como as estátuas‑menires já conhecidas na região e outras peças da metade setentrional da Península Ibérica, carateriza‑se pela presença de um motivo subtrapezoidal com o bordo proximal convexo e os bordos laterais côncavos. Neste caso, o motivo associa‑se a possíveis representações de espada (ou adaga comprida) e machado na face oposta. Tendo em conta o contexto arqueológico e os paralelos arqueológicos e figurativos para os motivos representados, defendemos uma atribuição da peça à Idade do Bronze Antigo ou Médio, sendo interpretada como mais uma forma de apropriação social do espaço e da memória como forma de legitimação de uma sociedade já fortemente hierarquizada.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/200La estela de Villafranca de los Barros y su contexto en la arqueología de Tierra de Barros2025-09-03T11:20:37+00:00Pablo Paniego Díazpablo.paniego@inv.uam.esLuis-Gethsemaní Pérez-Aguilarlgpa@ugr.esMario Piñero Fernándezmariopinherofernandez@gmail.com<p>Se presenta una nueva estela decorada procedente de Villafranca de los Barros (Badajoz) y se aborda el poblamiento durante el Bronce Final y la Primera Edad del Hierro en el centro de la comarca de Tierra de Barros, entre los arroyos Bonhabal y Harnina. Aquí, los estudios de los últimos años han revelado la existencia un poblamiento mucho más denso y complejo durante la Protohistoria de lo que se creía y los estudios que se presentan muestran fases de ocupación protohistórica en sitios en los que, hasta ahora, no se tenía constancia. Entre los yacimientos revisados y los documentados por primera vez, solo en las cuencas de dichos arroyos se han registrado hasta doce sitios de estos momentos, además de dos estelas.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/186Mértola en la Edad del Hierro: investigaciones arqueológicas entre Estácio da Veiga y la actualidad (1877‑2024)2025-04-17T05:01:26+00:00Pedro Albuquerquealbuquerque@us.esFrancisco José García Fernándezfjgf@us.esJoão Fontejoaofonte@era-arqueologia.pt<p>El presente trabajo analiza la evolución de la investigación sobre el I milenio a.C. en Mértola entre los primeros trabajos de Estácio da Veiga (1877) y las más recientes actividades arqueológicas llevadas a cabo en el núcleo urbano y el territorio. Partiendo de la sistematización de la bibliografía publicada y de los proyectos en curso, se evalúa el modo cómo este periodo fue interpretado a lo largo de los años y se proponen nuevas estrategias para trabajos futuros.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/188O sítio arqueológico de Alto do Castelo (Alpiarça). Revisão arqueológica e novas leituras não intrusivas2025-04-15T10:33:08+00:00João Pimentajoaopimenta@mnarqueologia.dgpc.ptTiago do Pereirotiagopereiro@era-arqueologia.ptJoão Fontejoaofonte@era-arqueologia.pt<p>Este artigo apresenta uma revisão arqueológica do sítio do Alto do Castelo (Alpiarça) e novas interpretações baseadas em levantamentos não intrusivos. O sítio tem sido objeto de estudo desde o início do século XX, principalmente devido à sua proximidade com necrópoles da Idade do Bronze. Investigações anteriores revelaram ocupações desde o Calcolítico até à época romana, com destaque para uma fortificação da Idade do Bronze Final e um possível acampamento militar romano republicano.</p> <p>Os trabalhos recentes incluem a revisão de espólios arqueológicos e a aplicação de técnicas de deteção remota (LiDAR) e geofísica (magnetometria), que permitiram uma melhor compreensão da ocupação humana e da evolução do sítio ao longo do tempo. Os resultados confirmam a complexidade do sítio, com ocupações que vão desde a pré‑história até ao período medieval islâmico, e fornecem novas informações sobre as estruturas defensivas e a organização interna do sítio.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/180El proceso de extracción de cobre en el Cerro de los Almadenes. Nuevas hipótesis y replanteamientos a través de un estudio comparativo2025-03-18T12:57:14+00:00Juan Álvarez Garcíajuanalvarezgarciars@gmail.comMariano Ayarzagüena Sanzmariano.ayarzaguena@gmail.comGonzalo Lozano Oterog.lozano@igme.es<p style="font-weight: 400;">La instalación metalúrgica hallada en el Cerro de los Almadenes (Otero de Herreros, Segovia) ha permitido comprender las diferentes partes del proceso productivo del cobre: extracción del mineral, triturado, lavado, tostación y reducción. De esta última destaca las baterías de diez hornos de reducción. No obstante, todavía se plantean dudas sobre este proceso, por lo que a través de su comparativa con las instalaciones metalúrgicas, tanto en el entorno peninsular, como en otros lugares más alejados en el tiempo y en el espacio como las halladas en Autun (Francia) y Ayn Soukhna (Egipto), se ha podido aceder a todo un abanico de explicaciones sobre cómo y dónde se pudieron realizar esas mismas operaciones, así como plantear futuras líneas de trabajo.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/167A cidade romana de Ossonoba nos inícios da nossa Era: novos dados a partir da intervenção na rua Ivens, n.º 162025-10-10T03:47:58+00:00Francisco Rosa Correiafranciscomrcorreia@gmail.comAna Martinsanamartins.arqueo@gmail.comJoão Pedro Bernardesjbernar@ualg.pt<p style="font-weight: 400;">Nos trabalhos arqueológicos, decorridos em 2020 em contexto de obra, no imóvel n.º 16 da Rua Ivens (Faro) foram encontrados contextos de cronologia romana cujo estudo do espólio, focado quer nas cerâmicas, quer nas faunas, nos permite acrescentar novos dados ao conhecimento da cidade romana de <em>Ossonoba</em>. A diversidade deste espólio, que se apresenta bastante homogéneo em termos cronológicos, é revelador da diversidade de contactos comerciais, assim como do cosmopolitismo da cidade nos períodos Flávio e Antonino. Datável sobretudo da segunda metade do século I até meados da centúria seguinte, apresenta‑se aqui o espólio cerâmico, faunístico e outro ali exumado, revelador de uma cidade marítima bem conectada com o mundo Mediterrâneo.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/185Regressar ao túmulo: a primeira campanha do Projecto de Documentação da Mastaba de Akhmerutnisut (G 2184, Guiza, Egipto)2025-04-09T07:39:22+00:00Inês Torresinestorres@fcsh.unl.ptLuiza Osorio G. Silvaluiza.ogsilva@uci.eduGuilherme Borges Piresguilhermepires@fcsh.unl.ptMaarten Praetmpraet1@jhu.eduMohamed Youssef Sedekmohamed.sedek@must.edu.egMohamed Khalifamkakhalifa2001@gmail.comYasser Kamal Hefniyasser.kamal@must.edu.eg<p style="font-weight: 400;">A primeira campanha do <em>Projecto de Documentação da Mastaba de Akhmerutnisut</em> (MAD‑P, na sigla inglesa) teve lugar entre o final de 2023 e o início de 2024. Tal projecto corresponde à primeira colaboração luso‑brasileira em solo egípcio e visa documentar o túmulo de Akhmerutnisut, oficial da V dinastia do Império Antigo, localizado na necrópole ocidental de Guiza (G 2184). Primeiramente escavado nas décadas iniciais do século XX, a mastaba carece ainda de uma publicação completa, evidenciando importantes sinais de rápida deterioração. A par da devida contextualização do monumento funerário e respectivo proprietário, o presente artigo traça uma breve panorâmica dos trabalhos realizados no local aquando da referida campanha, com particular ênfase nas metodologias adoptadas, e sinaliza ambições e intenções a desenvolver em futuros regressos ao túmulo, alertando para a necessidade de preservação, conservação, estudo e publicação das estruturas tumulares de Guiza datadas das V e VI dinastias egípcias.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/168A Escrita da Teoria Arqueológica2024-07-22T23:10:46+00:00Artur Ribeiroaribeiro@gshdl.uni-kiel.de<p>Ao longo dos anos, tem havido queixas de que a teoria é escrita de uma forma muito complicada, baseando-se em termos obscuros e metáforas estranhas, deixando a impressão de que os arqueólogos teóricos são privilegiados e pretensiosos. Estas queixas têm alguma justificação – a teoria arqueológica poderia, de facto, ser consideravelmente mais simples e mais acessível. O objetivo deste artigo é explicar os factores que influenciaram os teóricos a escrever de uma forma complicada e impenetrável, apontando como o contexto social, económico e cultural do século XX influenciou a teoria e a sua produção.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/190Res Naturae. Arqueologia num Antropoceno pós-humano e uma arqueologia do natural: um tentame preliminar2025-04-15T09:50:39+00:00Mara Beatriz Agostomara.s.agosto@gmail.com<p>Com o advento do Antropoceno, e do pós-humanismo como consequência, não é mais possível traçar uma linha rígida entre o humano e o natural. Deste modo, e sendo a arqueologia tradicionalmente um estudo do humano e do seu passado, pretende-se neste artigo discutir a nova posição da arqueologia no Antropoceno. Cremos que o verdadeiro paradigma que o pós-humanismo instaurou, desterritorializando o <em>humano</em> enquanto o regente da Terra para o inserir na teia de dependências de todos os agentes históricos, sejam eles humanos, não-humanos, ou objectos, transforma profundamente a prática arqueológica, que não mais se pode ocupar <em>exclusivamente </em>do passado humano. Assim, e utilizando dois exemplos que mostram que é possível uma arqueologia do natural – do natural não-cultivado (arqueologia das formigas) e do natural cultivado (arqueologia das florestas) –, far-se-á um excurso sobre esta nova arqueologia, devidamente enquadrada nos múltiplos trabalhos já feitos sobre o pós-humanismo, tanto filosoficamente como em arqueologia.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/201BUENO RAMÍREZ, P. – SOLER DÍAZ, J. A. (2025) ¿Ídolos? Hijas del Sol. Pequeñas imágenes humanas en el tiempo de las grandes piedras Iberia, IV‑III milénio a.C. (2 Volumes) Madrid: Editorial Palas Atenea. 334 + 394 pp. [ISBN 9788415194552 (Vol. 1) e 9788415194705 (Vol. 2)]2025-08-26T03:54:06+00:00João Pimentajoaopimenta@mnarqueologia.dgpc.ptAntónio Carvalhoantonio.carvalho@museuarqueologia.pt2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/203HALLMANN, A. (ed.) (2025) Outward Appearance versus Inward Significance. Addressing Identities through Attire in the Ancient World Chicago: Institute for the Study of Ancient Cultures of the University of Chicago. viii + 566 pp.; 189 figures, 8 tables [ISBN 978‑1‑61491‑127‑2]2025-10-30T07:34:20+00:00Yuna Le Quéréyunaquere@edu.ulisboa.pt2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/205JORDÁN CÓLERA, C. (2024) El legado escrito de los pueblos paleohispânicos (tartesios, iberos, celtíberos, vascones, lusitanos…). Zaragoza: Prensas de la Universidad de Zaragoza (Col. AELAW Monografias 1). 442 pp. [ISBN: 978-84-1340-792-0]2025-11-27T01:14:03+00:00Amílcar Guerraaguerra@edu.ulisboa.pt2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/204RIVERA-HERNÁNDEZ, A. (2024) LOS OTROS NIÑOS. Infancia(s) y prácticas funerarias en las comunidades fenicias y púnicas de Sicilia, Cerdeña e Ibiza1 (SAGVNTVM Papeles del Laboratorio de Arqueología de Valencia, Extra 24) Valencia: Universitat de València. 384 pp [ISBN: 978-84-9133-705-8]2025-11-26T16:01:43+00:00Carmen Ramírez Cañasmramirez7@us.es<p>Reseña del monografico:</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Rivera-Hernández, Aurora: LOS OTROS NIÑOS. Infancia(s) y prácticas funerarias en las comunidades fenicias y púnicas de Sicilia, Cerdeña e Ibiza, SAGVNTVM Papeles del Laboratorio de Arqueología de Valencia, vol.24 384 pp., Valencia, Universitat de València, 2024. ISBN: 978-84-9133-705-8.</strong></p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboahttps://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/206GEROULANOS, S. (2024) The invention of Prehistory. Empire, violence, and our obsession with human origins New York: Liveright Publishing Corporation. 498 pp. [ISBN 978‑1‑324‑09145‑5]2025-12-04T04:14:01+00:00Cristina Gameirogameiro.cristina@gmail.com<p><em>The invention of Prehistory. Empire, violence, and our obsession with human origins</em>, publicado em 2024, este professor de <em>European intelectual history,</em> na Universidade de Nova Iorque, apresenta uma reflexão crítica sobre a forma como as sociedades ditas ocidentais utilizaram a «pré-história», termo popularizado por John Lubbock a partir de 1860.</p>2025-12-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa